O início

quarta-feira, 10 de novembro de 2010




Depois de muito dilema, pedidos e reflexão, decidi dar a conhecer (parte) de algo que faço em momentos súbitos nos quais as palavras me surgem na mente tão rápido como fogem. Poesia. Reflexões. Um caderno do desassossego inspirado por muitas coisas ao mesmo tempo, em muitos sítios ao mesmo tempo. Todos da minha autoria, todos escritos a tinta no papel, passados a teclas mais tarde. E todos tão meus, que não deixarão de ser meus, se forem meus e de toda a gente.


não sou nada, nunca serei nada, não posso querer ser nada.

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