
Vou ver o tempo,
uma e outra vez
na esperança que amanhã
faça sol.
mas não tem estado bom tempo
na minha terra, e ela
também não vem no mapa.
Talvez seja demasiado humano,
talvez queira saber demais.
Tudo o que tenho não preciso
e o que não tenho é o
que mais quero.
Quero um mundo novo.
Um mundo em que a
poesia que rima não existe
e um mundo em que
não se sabe o que é pensar.
Um mundo só meu, sem
passado, sem futuro e sem
memórias.
Sem caligrafia, papel ou caneta.
Só eu e o que preciso;
não o que já tenho.
3 de Agosto de 2010
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